Tati...
De cutucões, puxões de cabelos, assuntos idiotas com frases por terminar, assim nasceu nossa apatia...
... De um grupo de escola contra a vontade, de um resultado insatisfatório, de um trabalho porcaria, de muitos sorrisos e da descoberta de pontos em comum, dos teatros romanescos, dos apelidos de mau gosto, assim continuou as coisas...
... De um problema de família, do consolo que não se esperava, de uma mão apelidada que segurou a outra com firmeza, de uma prova bem difícil, da solução almejada, assim cresceu o companheirismo...
... Da paixão pela leitura, dos tombos dos livros da biblioteca da escola, da troca de idéias para trabalhos, das fugas da sala de aula, do plantio de flores nas aulas de ciências, assim a curiosidade tomou conta...
... Do medo do novo, do “se sentir sozinho”, de não querer tudo compartilhar, da angustia dos dias de “cara-virada”, do ciúme escondido, assim a primeira discussão, briga e distância...
... De um dia normal, de pessoas empurrando, de lágrimas e palavras, de uma conversa inevitável, de um pedido de desculpas, assim a primeira reconciliação...
... De risadas, puxões dos pelos dos braços, de visitas, de tardes no parquinho, de chocolates, de troca de livros e segredos, de danoninho, palavras inteiras e frases complexas, de negrescos, sorvetes e saudades, assim nossa amizade...
... Do tempo, da distância, da entrega, da espera, assim nosso jeito de amar!
Ah... As tardes de domingo... Sem ela não teriam sido as mesmas!
Hou Má... Assim vc me esmaga de Mansinho
ResponderExcluirAmei cada risco, cada palavra
Cada pedaço que botou na folha sobre nós
Amo tanto você moça
E tenha certeza que jamais irá se livrar de mim
Te amo e obrigada por tudo